POLÍTICAS DE MEMÓRIA E SEU USO SOCIAL: REFLEXÕES EM TORNO DO CICLONE IDAI

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O Ciclone afetou cerca de 350 mil pessoas na Cidade da Beira e provocou a morte de dezenas de pessoas. A cidade mantém a memória por meio de relatos de populares e ruínas de edifícios públicos e privados. Partindo da perspetiva de que as investigações sobre o Ciclone IDAI devem considerar não apenas sua contingência, como também incluir estudos póscatástrofe, realizou-se uma pesquisa documental e bibliográfica sobre estas iniciativas de manter a memória de desastres naturais. O objectivo foi compreender estas acções como políticas de memória e investigar suas relações com a produção social do espaço urbano, por meio da adoção de medidas como a instituição do Museu e Praça IDAI e do Dia Municipal de Memória IDAI. A pesquisa demonstra que as acções de memória acima descritas são também elementos chaves para uma educação ambiental e aproveitamento turístico.

Autor: Jorge Fernando Jairoce

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Políticas de memória e seu uso social reflexões em torno do ciclone IDAI

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